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quinta-feira, 16 de outubro de 2008

Brilho diferente.

As fases passam. E voltam para novamente passarem. É um ciclo. Interminável ciclo.

Uma fase está se esgotando para abrir caminha para a nova fase que vai chegar. Mas chega quando? Momento sem fase não existe e talvez por isso eu esteja levemente confusa. Desorientada, sem saber para que lado ir.

Estou esperando na varanda, olhando o horizonte para avistar o primeiro raio de sol da nova fase. E nesse dia, meus olhos vão brilhar um brilho diferente.

Tapados.

Algumas pessoas são tapadas e não percebem a realidade.. Ou será que se fingem de tapadas para fingir que não percebem?

segunda-feira, 13 de outubro de 2008

Silêncio.

Eu não sou muito fã da solidão nem do silêncio. Sou o membro mais barulhento de minha família. Aliás, o segundo mais barulhento. Meu irmão menor ganha no quesito barulho e bagunça. Mas ele é uma criança. Pronto, sou o membro adulto (???) mais barulhento de minha família.

Não sei porquê, mas o silencio me remete à solidão. E não gosto de estar só, de ficar só. No sentido puro mesmo. Nada a ver com relacionamentos.

Estar sozinha num ambiente em silêncio me incomoda mais do que simplesmente estar sozinha num ambiente. Então, seja para estudar, seja para fazer qualquer coisa sozinha no meu quarto, levo o som e escuto música. Pelo prazer de ouvir mesmo.

O silêncio me incomoda. Mas porquê mesmo? Ainda não sei responder. Mas isso é assunto para outra postagem. Muita luz para vocês!!!!

domingo, 12 de outubro de 2008

Confusão.

Sabem quando nos sentimos meio confusos por querer estar com alguém e ao mesmo querer estar sozinho? Pois bem, eu estou assim agora. Uma confusão sem fim entre minha razão e minha emoção. Sou emotiva, mas meu lado racional sempre dá um jeito de dar uns chiliques que me seguram, que seguram minha impulsividade às vezes.

Enfim, quero gostar dele. Porém, ao mesmo tempo estou com um pé atrás. Talvez por sempre me dar mal nos aspectos amorosos. É porque, na verdade, quando eu gosto, eu me jogo de cabeça sem analisar se são águas profundas. E me jogo de olhos fechados. Acontece de serem águas rasas às vezes e, nesses casos, eu acabo batendo a cabeça forte no fundo e me desapontando muito. Por isso eu espero.

Espero sim. Porque só tenho duas opções no final: ou as coisas chegarão a um ponto onde eu me magôo certamente, seja por ter sido fogo de palha, ou seja pela rejeição do outro; ou tudo dá certo até que se prove o contrário.

Só me resta sentar e esperar. Esperar o que quer que esteja a caminho. [Longo suspiro confuso].